quarta-feira, 13 de junho de 2018

Água: o principal modo de resfriar arquivos armazenados digitalmente



Apesar de diminuir o uso de energia, o método de refrigeração via água ainda pode causar um grande impacto no meio ambiente.

Com a quantidade massiva de dados armazenados online devido à expansão da internet e dos serviços oferecidos em nuvens, os data centers correm risco de superaquecerem, já que a eletricidade que os alimenta acaba, por fim, se transformando em calor. Isso põe em risco os componentes internos, que podem sofrer de mal funcionamento ou até mesmo derreter. Para lidar com esses problemas, existem dois tipos de refrigeração que qualquer empresa que possua um data center pode utilizar. O primeiro envolve o resfriamento via aparelhos de ar condicionado - o que traz grande gasto energético. O segundo tem a água como principal agente.
Esse método funciona a partir do princípio básico da termodinâmica, em que o calor se move dos objetos mais quentes para os mais frios. O resfriamento por água possui alguns métodos distintos:
O método mais comum
Uma bomba faz circular a água fria através dos "blocos de água" (uma peça de metal condutor de calor, como cobre ou alumínio, preenchido com tubos e canais ocos cheios de água fria) que ficam em cima de algum chip separado por uma pasta térmica, que auxilia na transferência de calor. Dentro desse bloco de água ocorre a transferência do calor. A água aquecida prossegue até o radiador, e, enquanto seu calor ali se dissipa, outra quantidade de água fria reinicia o ciclo.
O método Google
Nas empresas Google, há outro método de refrigeração que também utiliza água. Os servidores são colocados de costas um para o outro e, entre eles, há um corredor vedado chamado de Hot Huts ("Cabanas Quentes", em tradução livre - confira na foto acima). Enquanto vários exaustores que ficam atrás dos servidores jogam o ar quente dentro das Hot Huts, há mangueiras, que saem do chão, contendo água que vem das e para as bobinas de refrigeração - elas ficam na parte superior. Exaustores em cima de cada unidade das Hot Huts puxam o ar quente pelo meio das bobinas que foram refrigeradas pela água, e o ar resfriado sai para o ambiente do data center. Lá, os servidores puxam o ar que os resfria, completando o ciclo.
O método Google na Finlândia
Em Hamina, na Finlândia, a Google criou um método de refrigeração que utiliza exclusivamente as águas geladas do mar do Golfo da Finlândia para resfriar um data center. Construído sobre uma fábrica de papel dos anos 50, o data center bombeia a água por um túnel submerso, fazendo com que ela passe pelos trocadores de calor, onde o calor é dissipado por meio de uma troca direta. A água quente vai para outro prédio, onde é misturada com a água do mar, para esfriá-la. Isso é feito para que, quando essa água for devolvida ao mar, ela esteja em uma temperatura similar à água deste, para minimizar os impactos ambientais na área. A empresa garante que esse método oferece um resfriamento natural do data center com a água do mar, pois não há nenhum outro elemento envolvido.
Os contras da refrigeração via água
Apesar de diminuir o uso de energia por não depender de um aparelho de ar condicionado, o método de refrigeração à base de água ainda causa um grande impacto no meio ambiente. Além de utilizar muita água e necessitar de um suprimento constante, a água evaporada é um problema sério caso saia do ambiente do data center. Não por ser poluída – ela não se contamina nesse ambiente – mas por ainda estar quente e "vazar" para o ambiente constantemente. Esse vazamento introduz um vapor produzido por meios artificiais, aumentando a temperatura local. E o problema é que esse aumento na temperatura pode prejudicar o meio ambiente, pois sua fauna e flora não estavam contando com ele.
Para diminuir o uso de água potável, há alguns data centers que utilizam água reciclada. Embora não seja consumível, é limpa o suficiente para não prejudicar os data centers. Apesar disso, ainda são muitos os data centers que utilizam água de reservatórios. Com os data centers que utilizam água reciclada, talvez o impacto seja reduzido, mas a demanda de água não é somente grande como ainda cresce consideravelmente com o surgimento de novos data centers que utilizam esse método de refrigeração.
Se o uso de energia para resfriar os data centers por meio de aparelhos de ar condicionado não é ambientalmente, também não é possível considerar o uso de água como solução definitiva para a questão.
fonte: ecycle

segunda-feira, 4 de junho de 2018

5 formas de driblar a falta de espaço no Android


Ao utilizar o smartphone por bastante tempo, a falta de espaço para o armazenamento de arquivos pode se tornar um problema. Uma solução comum é comprar um cartão microSD para aliviar este problema, mas existem outras alternativas: confira abaixo as dicas do Olhar Digital para ganhar espaço sem gastar nada:
Limpar o cache dos aplicativos

Ao utilizar qualquer aplicativo no Android, eles guardam alguns arquivos para que o seu funcionamento seja mais rápido. Depois de um tempo, esses arquivos não se tornam necessários, mas continuam a ocupar espaço mesmo assim. Veja como apagá-los:
  1. Abra a tela de “Configurações;

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  2. Vá em “Aplicativos” e selecione um desejado;

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  3. Dê um toque em “Armazenamento” e utilize a opção “Limpar cache”.

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É sugerido que você faça isso para os aplicativos que você não usa com muita frequência. Toda vez que o aplicativo for aberto novamente, ele gerará o arquivo de cache mais uma vez, mas este será menor que o anterior.
Fazendo um backup na nuvem de suas fotos
Através do aplicativo Google Fotos, que acompanha os smartphones com Android, é possível deixar as fotos tiradas com o seu aparelho na nuvem, e deletar do celular as imagens das quais você tem o backup. Confira:
  1. Abra o aplicativo do Google Fotos, dê um toque no ícone representado por “três linhas” e vá em “Configurações”;

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  2. Em “Backup e sincronização”, selecione a opção “Tamanho do Upload” e mude para “Armazenamento ilimitado”;

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  3. De volta ao menu principal do Google Fotos ao tocar no ícone representado por “três linhas”, utilize a opção “Liberar espaço”.

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Através desse método, você consegue liberar alguns gigabytes de espaço. Além disto, ao utilizar o app, não é preciso selecionar nada manualmente.
Eliminando arquivos duplicados
Um problema comum ao utilizar o celular para o armazenamento de arquivos, é que você pode acabar com alguns arquivos duplicados se não usar um gerenciador para esta tarefa. Infelizmente, por padrão, o Android não conta com uma ferramenta para buscá-los. Veja abaixo como encontrar e apagar estes arquivos extras:
  1. Faça o download do aplicativo “Duplicate Files Fixer” pela Play Store;
  2. Em sua primeira execução, marque a opção “Análise completa”, dê um toque em “Verificar agora” e conceda as permissões necessárias para que ele funcione;

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  3. Marque os itens da lista que deseja apagar e utilize a opção “Eliminar agora”.

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Apague os dados de navegação do seu navegador
Ao navegar na internet, o seu navegador faz o download de alguns arquivos necessários para fazer a exibição e carregamento dos sites. Eles não são apagados automaticamente e podem ocupar um bom espaço de seu aparelho, caso uma limpeza não seja realizada periodicamente. Siga os passos abaixo para apagar esses arquivos no Chrome, como exemplo:
  1. Com o Chrome aberto, dê um toque no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”;

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  2. Em “Avançado”, selecione a opção “Privacidade” e utilize a opção “Limpar dados de navegação”;

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  3. Selecione a opção “Todo o período” em “intervalo de tempo” e dê um toque em “Limpar dados”.

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Elimine as conversas que mais ocupam espaço no WhatsApp
Ao conversar com seus contatos no WhatsApp, é comum que os arquivos de suas conversas comecem a ocupar um espaço considerável de armazenamento em seu aparelho. Confira nesta matéria do Olhar Digital como usar um recurso escondido do WhatsApp para liberar o espaço tomado por eles no aplicativo.
Conclusão
Quando você realizar estes passos pela primeira vez, deverá liberar um espaço considerável para armazenamento em seu celular. Entretanto, é recomendo que eles sejam repetidos ao menos uma vez por mês para não voltar a acumular arquivos desnecessários e sofrer com a falta de espaço novamente.

Novo smartphone da Asus tem 8 GB de RAM e recursos focados em games


A Asus aproveitou a semana de Computex, um dos principais eventos de tecnologia do mundo, para anunciar um novo smartphone com Android. Mas nada de Zenfone: com o selo da linha de hardwares gamers da empresa, o ROG Phone vem com processador Snapdragon 845, 8 GB de RAM e uma série de recursos focados em jogos, indo de tela com taxa de atualização mais alta até um sistema bem peculiar de refrigeração.
O aparelho segue a proposta do Razer Phone de focar nesse nicho de jogos mobile. Assim como celular rival, o ROG Phone tem como um dos principais destaques a tela com taxa de atualização de 90 Hz. É menos do que a do concorrente, que bate os 120 Hz, mas o display de 6 polegadas nesse caso é um AMOLED com resolução 2.160 x 1.080.

Refrigeração e sensores ultrassônicos
Dois outros recursos interessantes são o sistema de refrigeração e os três sensores “ultrassônicos” localizados nas laterais do aparelho. O primeiro, chamado “3D vapor-chamber cooling system”, consiste em radiadores de cobre e peças de carbono presas à placa de circuitos, cobrindo praticamente todo o interior do smartphone. Com isso, o celular tem uma área de dissipação de calor 16x maior do que a de um aparelho normal. Assim, na hora de rodar um jogo mais pesado e esquentar, o processador pode aguentar mais tempo antes de começar a dar sinais de cansaço.
Falando dos sensores, dois deles, localizados no lado direito do aparelho, podem ser usados como “gatilhos” programáveis em jogos (mais ou menos como os R1 e L1 do controle do PlayStation). Já o terceiro, que fica na parte inferior da esquerda, funciona em conjunto com um da direita e permite ao usuário “espremer” o smartphone para alternar entre apps. É quase como o que a HTC fez recentemente com o U11.
Acessórios e especificações
A Asus também pretende oferecer uma série de acessórios, incluindo um cooler externo que pode ser preso ao dispositivo para melhorar ainda mais o sistema de refrigeração. A lista de itens ainda inclui uma dock que adiciona uma segunda tela e mais bateria ao celular e outra que o “transforma” em um computador (mais ou menos como o DeX da Samsung). Esses equipamentos ficam plugados em duas portas USB-C na lateral do aparelho, que ainda tem uma terceira na parte de baixo, como quase qualquer outro smartphone.
Em termos de configurações “padrão”, o processador do ROG Phone é um Snapdragon 845 com frequência um pouco mais alta do que o normal, de 2,96 Ghz. O chip vem acompanhado de 8 GB de RAM, 128 ou 512 GB de armazenamento e bateria de 4.000 mAh. As câmeras são as mesmas do Zenfone 5: duas lentes traseiras, de 12 e 8 megapixels, e uma frontal, de 8 megapixels. Por fim, além do já esperado Wi-Fi 802.11ac, o celular tem suporte ao padrão sucessor de internet sem fio, o 802.11ad — o que pode garantir velocidades ainda maiores com roteadores compatíveis. O aparelho deve ser lançado no terceiro trimestre deste ano e ainda não tem preço estimado.

fonte: Retirado do site Olhar Digital

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Quarta revolução industrial - Como ficará o futuro do mercado de trabalho?

De fato, muitos empregos estão com os dias contados com a chamada 4ª Revolução Industrial — período em que robôs serão programados para executar funções repetitivas e até mesmo tarefas completas de determinadas profissões. A previsão não é tão futurista quanto muitos imaginam. Estudos da Universidade de Oxford, no Reino Unido, apontam que cerca de 35% dos trabalhadores podem ser substituídos por robôs em 20 anos.

"Estamos passando pela maior transformação da História da humanidade", disse ao HuffPost Brasil Luis Rasquilha, CEO da Inova Consulting, consultoria e treinamento de futuro e inovação estratégica. Segundo o consultor, o mundo vive hoje uma nova e mais potente Revolução Industrial:

"A primeira mudança é que a maioria das profissões puramente operacionais de execução será substituída por máquinas", disse. "E isso leva a outro impacto, que é o desafio de se reinventar [como profissional], de se preparar e formar capacidades para a nova realidade."
Então, isso quer dizer que os robôs possivelmente vão roubar milhares de empregos? A resposta é sim. Mas isso não quer dizer que esta revolução no mercado de trabalho seja uma mudança ruim.

"As pessoas temem o futuro com os robôs, mas eles trazem também excelentes notícias: as vidas das pessoas vão se prolongar, vamos ter cura para mais doenças, eles vão facilitar muito o nosso dia a dia", disse a consultora de inovação de produto Luciane Aquino. "Este ano mesmo, a ciência deu um salto imenso ao conseguir editar o DNA de seres vivos. Isso é um marco e quer dizer que teremos controle de nossa evolução, de nossas doenças, seremos capazes de identificar células e melhorá-las."

As pessoas precisam mudar o olhar. Agora elas vão ter um robô para fazer as funções operacionais, então elas terão mais tempo para pensar na parte criativa, de se recapacitar, de achar funções de supervisão, mais reflexivas. Este é o caminho: as pessoas se reinventarem para a chegada de novas oportunidades.

fontes: https://www.msn.com
Essas informações foram retiradas do site msn

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Pokémon Go é o jogo mais baixado na App Store do Brasil

Reprodução
Android
A versão para Android, aparentemente, não chamou tanta atenção dos usuários. O app ficou fora da lista de 100 apps mais baixados, atrás de aplicativos como o Tinder e o Happn. Apesar disso, ele é o 29º com maior taxa de crescimento em downloads.

Fonte: Olhar Digital
http://olhardigital.uol.com.br/noticia/pokemon-go-e-o-jogo-mais-baixado-na-app-store-do-brasil/60915

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Como Gravar Conversas do WhatsApp no Computador

Veja como gravar conversas do WhatsApp no computador


Fonte: Olhar Digital



Muitas pessoas usam o WhatsApp para se comunicar com parentes e amigos. Por esse motivo, é bastante provável que o aplicativo contenha uma série de conversas importantes e marcantes em um nível pessoal. E faz sentido que, às vezes, nós tenhamos vontade de lê-las fora do smartphone, ou ao menor ter uma cópia delas em outro dispositivo, por segurança.
Felizmente, não é difícil fazer isso. O aplicativo oferece uma ferramenta simples que permite enviar conversas por e-mail. Você pode usar isso para enviá-la para um endereço seu, ou para as outras pessoas que participaram das conversas. Para acessá-la, faça o seguinte:

1) Abra o WhatsApp e acesse o menu (o ícone no canto superior direito com três bolinhas)

2) Vá em “Configurações”, “Conversas e chamadas”, “Histórico de conversa” e, finalmente, em “Enviar conversa por email”

3) O aplicativo mostrará a lista de suas conversas. Selecione a que deseja enviar para seu e-mail.

4) É possível anexar as mídias (imagens e vídeos) enviados durante a conversa ao arquivo. Isso, contudo, faz com que ele se torne consideravelmente mais pesado. Escolha a opção desejada e aguarde.

5) O WhatsApp montará automaticamente um e-mail na sua conta associada ao aplicativo, tendo como assunto “Conversa do WhatsApp com [contato]” e com a conversa anexa na forma de um arquivo .txt. Outros arquivos compartilhados durante a conversa também virão como anexos.

Vale notar, contudo, que a conversa virá sem qualquer tipo de formatação. Por esse motivo, a experiência de leitura não será a mesma que no aplicativo.
Existe também a possibilidade de que o WhatsApp considere o arquivo grande demais para ser enviado por e-mail. NEsse caso, é possível utilizar outros aplicativos que fazem isso, como o iBackup ExtractoriTunes Backup Extractor ou iPhone Backup Extractor (todos para iOS). No Android, também é possível fazer um backup de suas conversas para o Google Drive e recuperá-las de lá.

Fonte: Olhar Digital.

Alexandre Gomes
Analista e Desenvolvedor
Informática e Tecnologia

Água: o principal modo de resfriar arquivos armazenados digitalmente Apesar de diminuir o uso de energia, o método de refrigeração v...